Prefeitura e Câmara de Emilianópolis suspendem atividades em homenagem a motorista falecido
João da Silva Santos, 57 anos, servidor por mais de 20 anos que faleceu nesta quinta-feira, ao cair com caminhão de uma ponte, foi sepultado nesta sexta-feira
Foi sepultado na manhã desta sexta-feira, no Cemitério Municipal de Emilianópolis, João da Silva Santos, 57 anos, servidor da Prefeitura por mais de 20 anos, que faleceu na manhã desta quinta-feira, ao se envolver em um acidente de trânsito na estrada vicinal que liga Emilianópolis à Ribeirão dos Índios. Irmão do atual vereador Altair da Silva Santos (Republicanos), o motorista conduzia um caminhão quando, por motivos a serem esclarecidos, caiu de uma ponte que passa sobre o Rio Santo Antônio, na zona rural. Ele estava sozinho no veículo e morreu no local.
Em função do falecimento, o Executivo decretou luto oficial de três dias no município. Os serviços essenciais de transporte previamente agendados e o plantão de ambulâncias são mantidos neste período. As atividades também foram suspensas nesta sexta-feira, na Câmara Municipal.
Submerso por mais de uma hora
Um inquérito policial será instaurado pela Polícia Civil para apurar as circunstâncias do acidente que vitimou João. O caso foi registrado em Boletim de Ocorrência como “morte suspeita”. Exames periciais do local, bem como do corpo do motorista foram requisitados à Polícia Técnico-Científica.
O 14º GB (Grupamento de Bombeiros), que atuou na ocorrência com 10 agentes, foi responsável pela retirada do corpo de João da cabine do caminhão, que ficou submersa após cair no rio. Conforme o órgão, a vítima foi encontrada retida no veículo, de onde foi removida em parada cardiorrespiratória. “Em razão do tempo de submersão, estimado em mais de uma hora, foi constatado o óbito no local”, descreveu a corporação.
Como noticiado neste diário, após ser comunicado por ligação sobre o acidente, o prefeito Elton Munhoz de Souza (Podemos), que é enfermeiro, se dirigiu imediatamente ao local com uma equipe médica para tentar prestar os primeiros socorros. “Porém, ao chegar, não havia o que fazer no momento. Então, aguardaram a chegada da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiro”, relatou o Executivo a este diário.
Fonte: O Imparcial




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