Com 32 mil habitantes, Osvaldo Cruz fica em 3º lugar no ranking nacional do Índice de Progresso Social em 2026

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Com 32 mil habitantes, Osvaldo Cruz fica em 3º lugar no ranking nacional do Índice de Progresso Social em 2026

A reportagem teve acesso com exclusividade ao índice divulgado nesta quarta-feira (20) pelo IPS Brasil, que avalia 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais.

A cidade de Osvaldo Cruz, no interior paulista, ficou em 3º lugar no ranking nacional do Índice de Progresso Social (IPS) em 2026. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população estimada é de 32.112 habitantes no município.

O g1 teve acesso com exclusividade ao índice divulgado nesta quarta-feira (20) pelo IPS Brasil, que avalia 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais.

Dentre as cidades que se destacam no país, Osvaldo Cruz desponta ao subir no ranking nacional nos últimos três anos. Neste ano, a cidade recebeu a nota 71,76, de uma escala de 0 a 100, no IPS Brasil 2026, ficando em 3º lugar. Em 2025, a nota foi de 68,44, e, em 2024, havia marcado 67,48.

Adamantina também aparece entre os destaques no país. A cidade está em 13º lugar, com a nota 70,97.

Avaliação

Segundo o IPS, o Progresso Social é definido como a capacidade da sociedade de atender às necessidades humanas básicas, garantir qualidade de vida e ampliar oportunidades para que todos os indivíduos possam atingir seu potencial.

No caso de Osvaldo Cruz, em escala nacional, o município ficou em:

10º lugar em Necessidades Humanas Básicas (88,62/100);

178º lugar em Fundamentos do Bem-estar (72,37/100);

11º lugar em Oportunidades (54,30/100).

A prefeita de Osvaldo Cruz (SP), Vera Alves, que também é assistente social, avaliou que o resultado reflete avanços em áreas ligadas à qualidade de vida da população, como saúde, saneamento e acesso a direitos básicos.

Segundo ela, indicadores sociais e ambientais têm impacto direto nas condições de vida dos moradores.

“Pra mim significa muito e para a população de Osvaldo Cruz também, porque, como assistente social, quando a gente olha os indicadores, eles estão dentro dos sociais e ambientais. Então isso traz uma boa alimentação, boa saúde, moradia, o saneamento, que isso vale muito para a nossa saúde, e o acesso a direitos individuais”, disse ao g1.

A prefeita afirmou ainda que o resultado está relacionado ao trabalho das equipes do município e aos serviços oferecidos na área da saúde.

“Eu fico muito feliz pela cidade ter conseguido ficar em terceiro perante as cidades e é trabalho, viu? Muito trabalho, a gente tem uma equipe. Uma equipe muito boa, nós estamos aí com o pessoal comprometido com a cidade, e é isso que a gente quer, trazer esse bem-estar à nossa população, essa qualidade de vida melhor, né, o acesso a esses atendimentos”, acrescentou.

“Eu vejo que Osvaldo Cruz deu alguns passos grandes na questão de qualidade de vida, então a cidade está de parabéns, e a equipe também”, finalizou a prefeita.

O que o IPS Brasil 2026 avalia

O Progresso Social é definido pelo Social Progress Imperative como a capacidade da sociedade de atender às necessidades humanas básicas, garantir qualidade de vida e ampliar oportunidades para que todos os indivíduos possam atingir seu potencial.

Com base nesse conceito, o IPS Brasil 2026 é formulado a partir de 57 indicadores sociais e ambientais, organizados em três dimensões: Necessidades Humanas Básicas, Fundamentos do Bem-estar e Oportunidades.

O ranking divulgado nesta quarta-feira pelo instituto Imazon, em parceria com outras organizações, aponta as cidades brasileiras com a melhor e a pior qualidade de vida em 2026.

O levantamento avalia os 5.570 municípios do país e mostra que as desigualdades regionais continuam profundas: 18 das 20 cidades mais bem colocadas ficam no Sul e Sudeste, enquanto 19 das 20 mais baixas colocações estão no Norte e no Nordeste.

🔢 O cálculo é feito pelo Índice de Progresso Social (IPS), que mede e classifica a qualidade de vida com base em 57 indicadores sociais e ambientais. As informações vêm de fontes públicas, como DataSUS, IBGE, Inep e MapBiomas.

Fonte: G1

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