Raposa é capturada na Avenida Manoel Goulart, em Presidente Prudente


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Raposa é capturada na Avenida Manoel Goulart, em Presidente Prudente

Soltura será realizada ainda na noite desta segunda-feira (17), próximo ao Rio Santo Anastácio.

Uma raposa-do-campo (Pseudalopex vetulus) foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros, na tarde desta segunda-feira (17), na Avenida Manoel Goulart, em Presidente Prudente (SP).

A presença do animal, que apresentava desconfiança e estava arisco, foi denunciada por funcionários da Vigilância Epidemiológica Municipal (VEM), que fica próxima da área onde ele estava.

Os bombeiros, então, foram até o local e capturaram a raposa, que é adulto e macho.

A soltura será realizada ainda na noite desta segunda-feira, próximo ao Rio Santo Anastácio.

A espécie

A raposa-do-campo (Pseudalopex vetulus) é nativa do Brasil e pode ser encontrada em Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo.

Carnívora, normalmente consome insetos, com os cupins em primeiro lugar (45%), seguido dos besouros. A dieta inclui frutos e, ocasionalmente, elas comem pequenos roedores, grilos, aranhas, pequenos lagartos e serpentes.

O seu período de gestação é de 2 meses. Em geral, esse processo acontece em uma toca abandonada de tatu ou em buraco de cupinzeiro. O número de filhotes varia entre 2 e 4 indivíduos.

A fêmea defende a sua prole com ferocidade à ameaça de qualquer animal. E do homem também. Se preciso, muda até de toca e transfere as raposinhas, uma a uma, carregando-as na boca com delicadeza.

Considerada um dos menores cachorros selvagens do país, a raposa-do-campo, também conhecida por raposinha-do-campo, jaguapitanga e cachorro-de-dentes-pequenos, não passa de 60 centímetros de comprimento (fora a cauda), com média de peso entre 2,7 e 4 quilos.

Animal de índole solitária, é vista mais à noite do que de dia. E apesar de ver, escutar e ter um olfato muito bom, está sempre em posição de alerta e percebe tudo ao seu redor. Por isso, é bastante arisca.

Como composição física, se parece muito com um cachorro pequeno ou um graxaim (que se restringe mais ao Sul do Brasil). Tem focinho curto e dentes pequenos. Na cor, tem as partes superiores do corpo acinzentadas, com a barriga parda ou castanha, e as orelhas e a parte de fora das patas avermelhadas.

Fonte: G1

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