Polícia Civil prende irmãos suspeitos de ter envolvimento na execução de açougueiro em Parapuã


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Polícia Civil prende irmãos suspeitos de ter envolvimento na execução de açougueiro em Parapuã

Homens foram presos nesta quarta-feira (18), em São José dos Campos (SP). Crime foi registrado em abril deste ano, quando o a vítima foi localizada próxima a um carro em chamas.

Nesta quarta-feira (18), a Polícia Civil prendeu dois homens suspeitos de envolvimento na morte de um açougueiro, de 50 anos, em Parapuã (SP), em abril desde ano. A dupla foi localizada em São José dos Campos (SP), cidade que fica no Vale do Paraíba, a 650 quilômetros de distância do local do crime.

A ação foi desenvolvida pela Delegacia da Polícia Civil em Parapuã em conjunto com as Delegacias de Investigações Gerais (DIG) e sobre Entorpecentes (Dise) de Tupã (SP).

O crime

O corpo da vítima foi encontrado na madrugada do dia 25 de abril, no km 373 da Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), onde também havia um carro em chamas.

O homem foi alvejado por vários disparos e tinha pelo menos quatro perfurações no peito, uma no braço e sete nas costas.

Na ocasião, Polícia Civil informou ao g1 que a vítima residia e trabalhava como açougueiro em Tupã e estava em um evento no distrito de Parnaso. Por motivos a serem esclarecidos, o homem passou por Parapuã e houve a possível execução.

Três cartuchos deflagrados foram localizados no local, na SP-425.

“A execução foi na área de Parapuã, mas possivelmente não tem relação com o município. A vítima estava em um churrasco, no distrito de Parnaso. Saiu por volta das 23h e depois não foi mais vista. A morte foi por volta das 2h. As investigações estão fluindo bem, no sentido de elucidar a autoria. Possivelmente mais de uma pessoa participou do fato e não somente uma. A polícia vai atuar para elucidar o fato. Foram vários disparos, a gente depende do laudo pericial para concluir quantos disparos foram dados na vítima, mas, pelo que foi relatado, foram aproximadamente 14 disparos que vieram a atingir a vítima, o que deixa bem claro uma execução mesmo, mas a gente ainda não sabe a motivação”, explicou o delegado José Luís Junqueira.

Fonte: G1

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