Mulher tenta entrar na P2 com pen drives e cartões introduzidos no reto


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Mulher tenta entrar na P2 com pen drives e cartões introduzidos no reto

A visitante de um preso da Penitenciária Mauricio Henrique Guimarães Pereira, P2 de Presidente Venceslau, foi flagrada ao tentar entrar na unidade com produtos proibidos escondidos no canal do reto. O flagrante ocorreu no sábado, mas foi divulgado hoje pela Croeste (Coordenadoria de Unidades Prisionais da Região Oeste).

O fato foi registrado durante o horário de visitação aberto aos familiares dos sentenciados. Antes da entrada na penitenciária, os nomes que constam no rol de visitas precisam passar pela revista pessoal, que é realizado por meio do aparelho de scanner corporal. Foi nesse procedimento que houve o flagrante.

De acordo com a Croeste, os agentes perceberam uma imagem suspeita na região pélvica da visitante. Diante disso, a mulher foi questionada se trazia algo de ilícito. Segundo os agentes, ela admitiu que havia introduzido alguns produtos no canal retal, sendo cinco pen drives e dois cartões de memória.

Os materiais foram recolhidos e apreendidos para o andamento da investigação.

Momentos antes, uma outra mulher havia sido flagrada com invólucro contendo maconha. O entorpecente estava na região pélvica e foi identificado por meio do exame de raio-x na Santa Casa de Misericórdia.

Droga K4 no chinelo

Ainda no final de semana, outras duas mulheres foram detidas pela tentativa frustrada de levar drogas para o sistema prisional. Os fatos ocorreram na Penitenciária Silvio Yoshihiko Hinohara, em Presidente Bernardes, no domingo.

Logo no começo da manhã, foram apreendidos 15 invólucros da droga K4 – derivada da maconha, mas com efeito mais intenso. O produto estava dentro dos chinelos utilizados pela mulher e foram vistos por imagens geradas pelo equipamento de scanner corporal quando ela era revistada.

Pouco tempo depois, outra visitante foi flagrada com oito invólucros da mesma droga, também dentro dos chinelos.

Croeste – No cinelo a visitante escondia droga derivada da maconha

A Croeste afirma que em todos os casos foram instaurados procedimentos disciplinares para apurar a participação dos reeducandos que iriam receber os “supostos ilícitos”. “As visitantes e os entorpecentes foram conduzidos a autoridade policial para providências de praxe”, o que inclui a identificação oficial da droga.

Fonte O Imparcial

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