Estudantes da Fipp da UNOESTE desenvolvem projetos de prevenção à Covid

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Estudantes da Fipp da UNOESTE desenvolvem projetos de prevenção à Covid

Através da disciplina Projeto Integrador 1 do curso de Ciência da Computação da Unoeste, estudantes do 4º termo desenvolveram propostas relacionadas à prevenção do novo coronavírus. Todas as implementações foram baseadas em Arduino, uma plataforma de prototipagem eletrônica de hardware, e serão apresentadas nesta sexta-feira (4) ao professor responsável, Dr. Flávio Pandur Albuquerque Cabral. 

Com o objetivo de aumentar a segurança no processo de esterilização de materiais de hospitais, um dos grupos desenvolveu o projeto denominado “Esterilização Automatizada”. De acordo com um dos integrantes, Pedro Lopes Felício, a proposta foi desenvolver um braço robótico com lâmpada ultravioleta acoplada que realiza a esterilização 3D de objetos, visando eliminar o vírus da Covid-19 desses materiais. “Para este fim de esterilização de materiais de hospitais, não encontramos nada parecido no mercado. Esta é uma forma a mais para garantir 100% de desinfecção se associada a outros métodos”, explica. 

Outro grupo que também escolheu se dedicar à prevenção da Covid para direcionar seu projeto foi o do estudante Mateus Mendonça Monteiro. Os acadêmicos desenvolveram um totem, que além de facilitar a higienização das mãos e a aferição de temperatura, é capaz ainda de realizar a contagem das pessoas que estão em um determinado local. “Já existem totens cuja finalidade é muito semelhante à nossa proposta, no entanto, apesar de estarmos desenvolvendo apenas um protótipo, a ideia é apresentar um dispositivo com menor custo, mas que mantenha funcionalidades cruciais para diminuir a disseminação do coronavírus”, conta. 

A equipe da estudante Núbia Tamires Souza desenvolveu um sensor de proximidade de álcool gel. Trata-se de um dispenser que é acionado quando uma pessoa se aproxima do campo do sensor. Além disso, possui também um tapete contendo água sanitária em que o sensor avisa quando é necessário acrescentar mais produto. “Essa ideia pode intensificar o combate à Covid-19, pois evita total contato com superfícies. Em qualquer estabelecimento isso é primordial para evitar o contágio. O aviso de que precisa colocar mais água sanitária no tapete é um diferencial do projeto e ajuda a fortalecer ainda mais o combate ao vírus”, salienta a acadêmica. 

Empenho e dedicação

De acordo com o professor Flávio, a ideia da disciplina Projeto Integrador é fazer com que os alunos agreguem diversos conceitos e conteúdos já vistos em outras matérias teóricas do curso. “Por isso o nome da disciplina, já que eles unem diversos conceitos em um único projeto. Conceitos de programação, de hardware, componentes eletrônicos, circuitos digitais são alguns dos utilizados. A disciplina se mostra importante porque é o momento em que eles colocam na prática esses conhecimentos e produzem um produto final, ou seja, algo físico que funciona”, explica o docente. 

Dos cinco grupos montados, três escolheram desenvolver projetos relacionados à Covid. O professor acredita que isso se deve ao momento e ao ano em que todos estão vivendo com este novo vírus e mostra a preocupação dos estudantes sobre o assunto. “Foram ideias muito interessantes e algumas delas estavam muito além do que seria possível produzir no tempo disponível. Todos se empenharam bastante e atuei mais como facilitador das ideias deles, pois foram o próprios alunos que tiveram que ir atrás de tudo, desde a pesquisa até a montagem do produto. Todos se dedicaram muito!”, revela Flávio. 

Para a estudante Núbia, o projeto foi muito desafiador, pois para alguns dos integrantes dos grupos foi o primeiro contato com o Arduino. “Todo o processo exigiu muita pesquisa e troca de informações entre o grupo e o professor. Levo dessa disciplina um aprendizado de que muitos problemas podem ser resolvidos com ferramentas simples. O Arduino me fez entender e me deu a visão de que grandes máquinas podem ser feitas a partir de problemas reais”, diz. 

Pedro concorda com Núbia e salienta que foi muito bom colocar o conhecimento adquirido ao longo dos últimos semestres para algo prático, na vida real. “Espero vivenciar mais muitas experiências desse tipo ainda!”, conta.

Mateus finaliza salientando que o projeto proporcionou um grande enriquecimento da disciplina, já que idealizar e implementar algo que tem potencial para se tornar realidade foi muito interessante. “Além disso, vale dizer sobre a importância do trabalho em equipe que foi fundamental para alcançarmos a conclusão do projeto”, acredita. 

Fonte Assessoria de Imprensa Unoeste

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