Aurora boreal: o que é esse fenômeno que ilumina o céu à noite
Brasileiros contam experiências ao observar o evento que tem origem na interação do plasma solar com gases da atmosfera
A aurora boreal é definida por muitas pessoas como um show de cores e luzes no céu. Tanta beleza, porém, não é fácil de ser observada. Além de ocorrer nas regiões polares, ou seja, acessível para poucas pessoas, é necessário estar no local certo e no momento exato para presenciar o fenômeno.
O melhores meses para acompanhar o fenômeno é entre setembro e abril, quando as áreas no extremo norte do planeta têm maior tempo de escuridão e não enfrentam o chamado “Sol da meia-noite”, período em que há luz natural praticamente o tempo todo. Noruega, Islândia, Finlândia, Suécia e Canadá são alguns dos países que atraem turistas que buscam essa experiência.
A aurora acontece porque os ventos vindos do Sol fazem com que o plasma solar, carregado de partículas de elétrons, se choque com os campos magnéticos das Terra que estão presentes nas regiões polares.
Após o contato com o campo magnético, o plasma passa a interagir com gases presentes na atmosfera terrestre, criando energia na forma de fótons, que são os responsáveis por emitir as luzes que podem ser vistas no céu durante o fenômeno.
As cores são geradas dependendo do gás com o qual o plasma solar entra em contato na atmosfera. A interação com átomos de hidrogênio e oxigênio gera a cor vermelha, enquanto o choque somente com átomos de oxigênio gera dá origem à cor verde. Essas são as duas cores mais importantes da aurora boreal.
Assim como a aurora boreal, acontece também a aurora austral. As condições para que esses fenômenos ocorram são exatamente iguais. A única diferença diz respeito ao local onde ocorrem. Como no polo sul não há tanta estrutura para receber pesquisadores e turistas, as atenções normalmente voltam-se para o polo norte.
Caçadores de auroras
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Presenciar uma aurora boreal é um fenômeno inesquecível pela beleza e pelo privilégio de estar em locais tão inospitos. Algumas pessoas têm como hobbie e também como profissão ir atrás dos locais onde o céu ficará iluminado.
O brasileiro Marco Brotto já realizou 82 expedições para ver o fenômeno se intitula “caçador de auroras boreais” e lembra em detalhes como foi sua primeira experiência, após algumas tentativas, durante uma viagem para a Noruega em 2011.
Fonte: R7











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