Acusados de matar policial em Bataguassu são presos e caminhonete é recuperada


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Acusados de matar policial em Bataguassu são presos e caminhonete é recuperada

A Polícia Civil por meio do Seção de Investigações Gerais (SIG) de Bataguassu e Nova Andradina, prendeu neste domingo (25) os acusados de matar o policial militar da reserva remunerada Jonas Rufino da Silva, de 54 anos, no sábado (24) no Assentamento Aldeia 2, no município de Bataguassu com dois tiros na cabeça. A caminhonete roubada pelos criminosos também foi recuperada.

Os acusados são Clailton Silva Santos e Cosme Santos da Silva, ambos de 22 anos e moradores no distrito de Nova Casa Verde, em Nova Andradina.

Eles foram presos em Paranavaí (PR), por investigadores da Delegacia de Nova Andradina e policiais civis daquela cidade, junto com a caminhonete S-10. Eles confessaram o crime e disseram aos policiais que queriam lucrar com a venda do veículo. A arma utilizada no latrocínio – roubo, seguido de morte – foi localizada no Assentamento Teijin, assim com o veículo que os criminosos utilizaram para chegar no sítio do policial morto, localizado a cerca de 20 quilômetros da rodovia BR-267.

Ao Jornal o delegado de Polícia Civil de Bataguassu, Daniel Wollz, disse que desde que o fato foi informado a polícia, equipes do SIG de Bataguassu realizam diligências no Assentamento, ouvindo testemunhas que chegaram a informar a presença de um veículo Gol vermelho que estaria se deslocando pelo assentamento ao lado da caminhonete da vítima. Com as informações iniciais o SIG de Nova Andradina passou a colaborar nas investigações chegando a prisão dos envolvidos em menos de 24 horas da comunicação do crime.

No fim da tarde deste domingo (25), os acusados foram trazidos para Bataguassu pela Polícia Civil de Nova Andradina onde serão indiciados pela Polícia Civil de Bataguassu, responsável pelo caso.

Local onde ocorreu o crime neste sábado – Foto: Cenário MS

No local do crime estiveram a Polícia Militar e Civil de Bataguassu, bem como a Perícia Criminal de Nova Andradina, que coletou materiais e evidências para auxiliar nas investigações.

As investigações também apuram se há envolvimento de mais pessoas.

Fonte Cenário MS

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